Leonardo Silva Horta

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Salmos 51:10

30/6/08

O que Deus pode fazer por você? - I

Porque para Deus nada é impossível. – Lucas 1:37

Você já parou para pensar o que Deus pode fazer por você? Deus é chamado na Bíblia de “Todo-Poderoso” – aquele que pode todas as coisas. Dezenas são as passagens bíblicas em que Deus é assim chamado. Gênesis 17:1; 28:3; 35:11; 48:3 / Êxodo 6:3 / Números 24:4; Números 24:16 / Rute 1:20 / Jó 27:10 são apenas alguns dos textos bíblicos onde a expressão de total poder do Criador aparece.

O Senhor pode curar doentes.

E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava. – Mateus 4:24

E, Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos. – Mateus 14:14

E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João. E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados. E toda a cidade se ajuntou à porta. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam. – Marcos 1:29–34

Ora, levantando-se Jesus da sinagoga, entrou em casa de Simão; e a sogra de Simão estava enferma com muita febre, e rogaram-lhe por ela. E, inclinando-se para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou. E ela, levantando-se logo, servia-os. E, ao pôr do sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças lhos traziam; e, pondo as mãos sobre cada um deles, os curava. – Lucas 4:38–40

Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressecados, esperando o movimento da água. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse. E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado. – João 5:1–9

Deus pode criar um mundo.

No princípio criou Deus os céus e a terra. – Gênesis 1:1

Ele pode ressuscitar mortos. – João 11:1–45

Estava, porém, enfermo um certo Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta. E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com ungüento, e lhe tinha enxugado os pés com os seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo. Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.

Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. Ouvindo, pois, que estava enfermo, ficou ainda dois dias no lugar onde estava. Depois disto, disse aos seus discípulos: Vamos outra vez para a Judéia. Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os judeus procuravam apedrejar-te, e tornas para lá? Jesus respondeu: Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo; Mas, se andar de noite, tropeça, porque nele não há luz.

Assim falou; e depois disse-lhes: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram, pois, os seus discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Mas Jesus dizia isto da sua morte; eles, porém, cuidavam que falava do repouso do sono. Então Jesus disse-lhes claramente: Lázaro está morto; E folgo, por amor de vós, de que eu lá não estivesse, para que acrediteis; mas vamos ter com ele. Disse, pois, Tomé, chamado Dídimo, aos condiscípulos: Vamos nós também, para morrermos com ele.

Chegando, pois, Jesus, achou que já havia quatro dias que estava na sepultura. (Ora Betânia distava de Jerusalém quase quinze estádios) E muitos dos judeus tinham ido consolar a Marta e a Maria, acerca de seu irmão. Ouvindo, pois, Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro; Maria, porém, ficou assentada em casa. Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá.

Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. Disse-lhe Marta: Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?

Disse-lhe ela: Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo. E, dito isto, partiu, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: O Mestre está cá, e chama-te. Ela, ouvindo isto, levantou-se logo, e foi ter com ele. (Ainda Jesus não tinha chegado à aldeia, mas estava no lugar onde Marta o encontrara.)

Vendo, pois, os judeus, que estavam com ela em casa e a consolavam, que Maria apressadamente se levantara e saíra, seguiram-na, dizendo: Vai ao sepulcro para chorar ali. Tendo, pois, Maria chegado aonde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.

Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. Jesus chorou. Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava. E alguns deles disseram: Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este não morresse?

Jesus, pois, movendo-se outra vez muito em si mesmo, veio ao sepulcro; e era uma caverna, e tinha uma pedra posta sobre ela. Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias. Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?

Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. Eu bem sei que sempre me ouves, mas eu disse isto por causa da multidão que está em redor, para que creiam que tu me enviaste.

E, tendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai para fora. E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir. Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo a Maria, e que tinham visto o que Jesus fizera, creram nele.

Deus pode tudo.

Porque para Deus nada é impossível. – Lucas 1:37

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Onde Deus está?

Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar. Salmos 139:6 ao 9.

Onde Deus está? Esta pergunta é mais comum do que se imagina. Por ser invisível, parece ser abstrato demais para alguns. Por ser Todo-Poderoso, parece irreal para outros. Por ser desafiado e aparentemente não responder às piadinhas, tais como “se Ele existe que caia um raio do céu neste exato momento”, e por isso parece não existir.

Todavia, o Criador é mais real do que este texto. Ele é mais concreto do que o autor ou o leitor destas palavras. O ar também é invisível, mas é real. O amor existe, entretanto, assim como o Criador, é sentido sem ser visto. Contudo, ainda que não sentido por todas as pessoas, Ele continua a existir.

Deus é onipresente, ou seja, está em todos os lugares. “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar”, afirmou o famoso personagem bíblico Davi, em Salmos 139:6 ao 9.

O Criador está ao lado do autor e do leitor deste texto nesse exato momento. É natural surgirem questionamentos a este respeito. Familiares que perdem parentes próximos em acidentes de trânsito, por exemplo, questionam: “já que Deus está em todos os lugares, porque não evitou determinados acidentes?” Deus continua sempre presente em todos os lugares, em todas as situações.

Deus quer estar com todas as pessoas, mas nem todas querem estar com o Pai Celeste. Algumas pessoas saem da presença dEle, como no caso de imprudências no trânsito – excesso de velocidade, falta de manutenção nos automóveis ou nas estradas, motoristas embriagados que insistem em dirigir. Por estas e outras razões acontecem acidentes. Simplesmente pelo fato da criatura afastar-se do Criador.

Crianças passam fome em algumas nações, especialmente no continente africano. Cidadãos de muitas nações poderiam questionar sobre o porque Deus permitir tal situação, já que de acordo com as Escrituras Sagradas Ele está em todos os lugares (Salmos 139:1 ao 6).

O Criador é também onipotente, ou seja, ele é o Todo-Poderoso. Caso fosse da vontade dEle, poderia ter acabado com a fomo de acordo com a vontade própria. Entretanto, o Pai Celeste não faz o que é de responsabilidade do ser humano fazer. Deus não trabalha para os homens. Ele diz aos homens: “no suor do teu rosto comerás o teu pão” (Gênesis 3:19a).

O Pai Celeste poderia simplesmente jogar comida dos céus, como já fez em várias ocasiões, como por exemplo quando alimentou os judeus que fugiam do Egito em direção à terra prometida, como descrito no livro de Êxodo. Mas não é desejo do Todo-Poderoso servir ao homem, mas a vontade dEle é que o homem o sirva.

Para acabar com a maldade do ser humano, Deus poderia simplesmente extinguir a humanidade. Na famosa história bíblica de Noé, o Criador arrependeu de ter criado o ser humano, por causa da malícia humana. De acordo com a Bíblia, devido a perversidade o Criador fez o dilúvio, salvando apenas uma única família de toda face da Terra.

Ele poderia fazer isso novamente, no século XXI, devido ao mal produzido pelos homens. O simples fato de existirem crianças esfomeadas em diferentes lugares já seria motivo para tal atitude do Pai Celestial. Contudo, o Senhor é Deus de amor. Ele prefere esperar pelo arrependimento humano, e aguarda que os homens resolvam seus próprios problemas.

O Deus de amor é um ser que habita em todos os lugares. Ele espera apenas ser buscado pela humanidade. O Criador está sempre presente, embora as pessoas nem sempre queiram presenciar a presença do Criador. O Pai Celestial pode estar bem dentro de um indivíduo. Basta a própria pessoa querer e aceitar a presença divina.

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29/6/08

Liberdade III

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. – João 8:36

Algumas pessoas evitam seguir ao Senhor. Pensam tais indivíduos que servir a Jesus Cristo irá tolher a liberdade própria. Entretanto, isto é uma inverdade. O messias, ao falar àqueles que creram nEle, disse: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). Ou seja, de acordo com o Filho de Deus, a verdade traz liberdade.

E qual é a verdade? Qual o significado ou conceito deste vocábulo? Há quem pense ser algo irreal e abstrato. Contudo, é uma palavra com significado real e concreto. De acordo com o dicionário, verdade significa o contrário de mentira – é algo real, feito com exatidão, franqueza, autenticidade, sinceridade, certeza, crença, fé.

E a Bíblia? O que dizem as Escrituras Sagradas a respeito do significado desta palavra? O próprio Senhor responde a estas indagações. "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). O próprio Filho Unigênito de Deus diz ser Ele a verdade.

Jesus é a verdade, e se a verdade liberta, logo Jesus é quem traz liberdade. Sendo filho do Todo-Poderoso, Ele próprio afirma: "se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Ou seja, ao contrário do pensamento de alguns, o exercício da fé em Deus não tira a liberdade. Ao contrário, traz a verdadeira libertação.

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28/6/08

Liberdade II

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará – João 8:32

Ao refletir sobre a liberdade, especialmente na vida espiritual, diversas pessoas tem vontade de agir para colocar em prática a própria fé, mas não sabem como fazer isto. Muita gente procura aplicar as crenças pessoais através das religiões. Embora as instituições religiosas sejam, por si só, mecanismos sociais sérios e criados com as melhores intenções, não conseguem levar o homem a um encontro real com o Criador. No máximo, em alguns poucos casos, apontam o caminho ideal.

A vontade de Deus sempre foi ver o homem feliz, com uma vida abundante em todas as áreas. O Pai Celeste colocou o mundo sob o domínio do homem; o capacitou para produzir alimentos através da agricultura, domesticar os animais, produzir diversos aparelhos mecânicos e eletrônicos para alcançar o bem estar físico. Deus não quer ver o ser humano bem sucedido apenas no ponto de vista material, mas também na área sentimental, emocional, familiar, social e, principalmente, no campo espiritual.

No princípio da humanidade, o Criador tinha uma comunhão íntima com suas novas criaturas. Os homens viviam em plenitude a vida espiritual, em contato direto com o Pai Celestial. Porém, os seres humanos pecaram, e o pecado afastou a nova criatura de Deus. Segundo o dicionário, pecado significa transgredir alguma regra ou norma. E foi o que os primórdios da civilização fizeram: desrespeitaram uma norma de Deus, cometendo assim um pecado.

Porque o salário do pecado é a morte – Romanos 6:23a. Esta afirmação bíblica diz respeito a morte espiritual, causada pela transgressão. Ao violar uma norma de Deus, o homem perde intimidade com o Criador. E toda pessoa precisa estar próxima do Pai Celestial, pois somente Ele preenche os vazios mais profundos da alma humana. Apenas o Todo-Poderoso pode dar ao homem tudo o que necessita. Deus é quem controla as batidas do coração de um ser vivo, somente ele pode manter alguém vivo. O Criador pode satisfazer plenamente todas as necessidades do ser humano.

Desde que pecou a primeira vez, os homens buscam resgatar a proximidade com Deus. Em toda história observam-se inúmeras e frustradas tentativas humanas de se achegar ao Pai Celestial. Várias religiões foram criadas. É incalculável o número de crenças e rituais existentes no mundo hoje, objetivando aproximar o homem às suas origens espirituais. Até parte da ciência é hoje utilizada com este objetivo: de aproximar o homem de sua plenitude espiritual. Em uma rápida pesquisa nos mecanismos de busca na rede mundial de computadores, pode-se encontrar centenas de filosofias religiosas, as mais diferentes possíveis.

Contudo, a grandeza de Deus não pode ser alcançada por nenhum esforço humano, nem mesmo limitada a nenhum trâmite da religiosidade humana. Pessoas, por mais inteligentes ou esforçadas que sejam, são limitadas às suas próprias capacidades e dons naturais. Então, como solucionar este problema? Como acabar com esta distância entre Deus e homem, provocada pelo pecado? O homem, dentro de suas limitações, não consegue com seus esforços limitados se achegar a Deus. A única solução é o próprio Criador aproximar-se do homem.

Deus, ao perceber a necessidade do homem de estar íntimo dEle, e ao ter a certeza de que nenhum esforço poderia reaver esta intimidade, resolveu achegar-se ao ser humano. O Pai Celestial não precisava ter feito isto. Ele poderia ter aniquilado a todos por causa do pecado, ou simplesmente ignorado o vazio da alma humana, deixado as pessoas remoendo suas próprias angústias. Entretanto, “Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou seu Filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

Quando esteve em forma de homem na Terra, Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6). Ao fazer esta afirmação, Cristo somente confirmou que nenhum esforço na esfera humana pode aproximar o homem de Deus. Nenhuma crença, religião, igreja, teologia ou filosofia pode dar ao homem a vida eterna, a intimidade com Deus. Apenas a fé no próprio Filho de Deus pode aproximar as pessoas do Criador.

Talvez alguém que leia este texto agora considere tudo isto abstrato, pois o Senhor veio ao mundo há dois mil anos. Porém, o Senhor se faz presente hoje, na vida de todo aquele que crê. Por meio da fé, Jesus pode entrar na vida de qualquer pessoa, aproximando-a do Deus Pai. Quem quiser experimentar o amor e a misericórdia de Deus em sua vida, basta orar e receber a Cristo como único capaz de aproximá-lo de Deus, e acabar com as angústias mais profundas da alma, preencher qualquer vazio existente na vida.

Você que leu e compreendeu este texto, que sempre buscou algo para preencher sua vida, e que gostaria de conhecer e experimentar Jesus procure uma instituição onde o evangelho de Cristo é pregado de maneira séria e correta.

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27/6/08

Liberdade I

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. – João 8:32

De acordo com os dicionários, a palavra liberdade significa possibilidade de agir conforme a própria vontade, independência, autonomia. Quem é ou se considera livre pode, pelo menos subjetivamente, fazer aquilo que deseja. Pode ir onde quer, trabalhar com o que gosta, descansar o quanto achar necessário, comer e beber a vontade.

Entretanto, a liberdade absoluta não existe. Quem pensa poder comer e beber a vontade está enganado, pois o próprio organismo impõe limites físicos à apetite e à capacidade de comer e beber. Algumas pessoas são viciadas em trabalho, popularmente conhecidas no Brasil como “workahoolics”, e pensam poder trabalhar o quanto querem. Entretanto, existe também um limite físico ao trabalho – todos precisam dormir um mínimo de tempo diário, além de um descanso periódico.

Alguns profissionais liberais pensam ser livres para trabalhar quando ou quanto quiserem. Entretanto, esses trabalhadores dependem, ainda que indiretamente, dos prazos e determinações dos clientes ou empresas para as quais prestam serviço. O motorista de um automóvel também encontra-se limitado às leis de trânsito, sujeito a aplicação de multas a autuações conforme as regras que porventura infringir. O esportista que pensa poder praticar esporte a vontade também tem a liberdade limitada, não só devido a capacidade física, como também nas regras estipuladas para cada modalidade.

Ao tomar consciência das limitações da liberdade, as pessoas precisam tomar decisões a cada instante da vida para reduzir as imposições sociais, físicas ou emocionais, maximizando desta forma a independência pessoal ou profissional. No trânsito, o motorista seleciona as vias menos congestionadas para chegar mais rapidamente ao destino desejado. Ou seja, abre mão de transitar por determinadas ruas ou avenidas para reduzir o tempo de percurso entre dois lugares distantes.

Guardado às devidas proporções, assim como motoristas abrem mão de certos itinerários, os esportistas também deixam de lado determinados alimentos ao fazer dietas alimentares estipuladas por nutricionistas. Desta forma, o atleta consegue melhor desempenho na prática do esporte. Paralelamente, profissionais viciados em trabalho também abrem mão de parte da vida social ou familiar para dedicarem-se às atividades remuneradas.

Assim como em todas as áreas da vida, o lado espiritual das pessoas também tem limitadores à chamada liberdade. O principal limitador nesta área é a falta de fé. Na teoria, todos podem crer ou desacreditar naquilo que consideram mais interessante ou importante. Porém, na prática, pouca gente segue aquilo em que diz acreditar. O maior exemplo disso é a crença em Deus.

Pesquisas recentes publicadas em revistas semanais brasileiras nesta primeira década do século XXI demonstram que mais de 90% dos brasileiros dizem crer no Criador. Contudo, pouquíssimas pessoas são as que consideram o Pai Celeste um ser real. A maior parte dos cidadãos crê apenas em um Deus abstrato e irreal, sem vida, habitante de uma galáxia distante um trilhão de anos luz do planeta Terra, sem nenhum conhecimento ou canal de comunicação com a humanidade.

Entretanto, o verdadeiro Criador do universo não é um ser meramente filosófico e teórico. Ele não é um personagem dos livros de romance, nem algo complexo somente compreendido por teólogos. O Pai Celeste também não está distante e sem comunicação com as pessoas. Ao contrário: Ele é onisciente, ou seja, tem consciência de tudo o que ocorre no mundo; é onipresente, está em todos os lugares; é onipotente.

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24/6/08

Falta de compromisso

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. – João 3:16

Compromisso. De acordo com os dicionários esta palavra significa ou é sinônimo de acordo, ajuste, obrigação.e pacto. A sociedade brasileira nesta primeira década do século XXI é marcada, dentre outras características, pela falta de compromisso das pessoas. Observa-se esta ausência em todas os níveis sociais e culturais, bem como nas diferentes áreas da vida – profissional, familiar, nas relações afetivas e, principalmente, na vida espiritual.

Nos relacionamentos afetivos as estatísticas mostram inúmeros divórcios registrados anualmente. A moda do “ficar” existe há cerca de vinte anos ou mais, e continua bastante presente. Além disso, hoje existe o chamado “relacionamento aberto” pautando a vida de diversos casais. No meio familiar, há também casos terríveis de desestruturação, em alguns casos culminando com pais matando filhos e vice-versa.

Além disso, os próprios relacionamentos pessoais andam deteriorados. As amizades, por exemplo, são cada vez mais fugazes e consideradas menos importantes. Parentesco já não é mais motivo para convivência entre as pessoas, e o egoísmo torna-se cada vez mais presente nos corações e mentes dos cidadãos.

Ao observar tais situações, com crescente aumento a cada ano, muitas pessoas pensam estar vivendo o tempo descrito no 24º capítulo do evangelho de Mateus. Como afirmou o próprio Jesus Cristo, apenas Deus sabe exatamente quando ocorrerão aqueles fatos. “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai (Mateus 24:36)”.

Entretanto, independente da época ou período, as pessoas dividem-se geralmente em dois grupos. Os acomodados, que eternamente consideram todos os fatos normais, sem exceção, incluindo a falta de compromisso. Há também o grupo dos incomodados – não aceitam o descompromisso entre os indivíduos nem a acomodação de seus semelhantes.

O que fazer, então, para acabar ou reduzir a total falta de compromisso existente hoje na maioria absoluta da população? Um bom começo para a mudança da sociedade é começar a alterar os comportamentos de si mesmo. É fácil observar e apontar os erros dos outros. Entretanto, torna-se cada vez mais difícil perceber os próprios erros e corrigi-los.

Para combater o descompromisso generalizado, o ideal é começar a compromissar-se com as pessoas mais próximas. E a pessoa mais perto de você, que lê este texto nesse exato momento, é o seu Criador. Muitas são os motivos aparentes para romper com o Pai Celeste. As “ofertas” para descumprir as instruções do Senhor são diárias, e ocorrem a todo momento.

Entretanto, mesmo com as muitas facilidades do “mundo moderno” para afastar as pessoas do Criador, nada é mais atual do que a famosa passagem bíblica: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” (Mateus 7:13–14) Há boas razões para ter compromisso com Deus:

• O Criador sempre diz a verdade – Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? – Números 23:19

• O Pai Celeste é piedoso, justo e tem misericórdia – Piedoso é o Senhor e justo; o nosso Deus tem misericórdia. – Salmos 116:5

• Deus é verdadeiro e julga com justiça – E ouvi outro do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos. – Apocalipse 16:7

• Ele é bom e misericordioso – Louvai ao Senhor. Louvai ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. – Salmos 106:1

• É salvador – E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador. - Lucas 1:47

E para chegar-se a Deus e ser compromissado com Ele, basta reconhecer o filho unigênito dEle como Senhor da sua vida. A Bíblia diz:

• Para ser salvo basta ter fé na salvação – Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. – Efésios 2:8,9

• A salvação vem de Jesus – Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. – Lucas 2:11

• Só há salvação no Criador – Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador. – Isaías 43:11

• A salvação é uma reconciliação com Deus – A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou. - Colossenses 1:21

• A reconciliação é um presente do Pai Celeste – E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação. – 2 Coríntios 5:18

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23/6/08

Falta de perdão

E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. - Gálatas 6:9

No meio cristão brasileiro, nesta primeira década do século XXI, há um grande preconceito quanto aos livros ditos “seculares”, considerados todos “profanos” e sem nenhuma utilidade à cristandade. Isto, aliado a falta do hábito de leitura da maior parte dos cidadãos brasileiros, faz com que muitas pessoas deixem de ser abençoadas por boas leituras. É óbvio que muitos livros “não–cristãos” deveriam ser jogados no lixo, sem nenhuma dúvida. Entretanto, há leituras importantes e abençoadoras.

Uma boa dica de leitura é o interessante livro “Contra–ataque”, escrito pelo jornalista Aaron J. Klein (Editora Ediouro, Rio de Janeiro, 2006). É uma publicação para quem que conhecer um pouco mais sobre o conflito árabe–israelense na segunda metade do século XX. Com uma bela descrição repleta de detalhes, o autor relata histórias pouco conhecidas pela maioria das pessoas. É um livro que vale a pena ler.

Ao ler esta publicação, pode-se fazer inúmeras reflexões, algumas delas sobre o perdão. A Bíblia é clara: é necessário ao homem praticar sempre o perdão. Jesus Cristo, ao ser indagado sobre o assunto por um dos discípulos foi categórico. “Então Pedro, aproximando–se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.” (Mateus 18:21–22). Obviamente, quem perdoa 490 vezes (70×7), perdoará sempre.

O conflito entre judeus e árabes teve início nos tempos bíblicos do antigo testamento. O povo escolhido por Deus já fazia guerras e batalhas em defesa da terra prometida nos primeiros livros das Sagradas Escrituras. Porém, o livro “Contra–ataque” aborda os conflitos apenas nas últimas décadas do segundo milênio cristão. O autor centralizou as pesquisas para elaboração da obra a partir de um acontecimento em especial: um ataque terrorista nos jogos olímpicos realizados na Alemanha, em 1972.

“Contra-ataque” é um exemplo de história da falta de perdão entre os povos envolvidos. Mesmo decorridos 30 anos após um terrível atentado terrorista na cidade alemã chamada Munique, ainda existia desejo de vingança por parte de alguns judeus. É óbvio que os terroristas, assassinos, sanguinários e cruéis precisavam de punição exemplar. Entretanto, a busca desenfreada por vingança a todo custo traz inúmeras conseqüências negativas.

Uma delas está, inclusive, descrita no livro: a morte de um árabe inocente, sem nenhum vínculo com terrorismo. Um cidadão marroquino, radicado na Noruega, foi morto por engano pelo serviço secreto israelense em 1973, conforme descrição no 29º capítulo do livro, intitulado “Um erro trágico em Lillehammer”.

De acordo com o dicionário Aulete digital, perdoar significa “deixar de punir, desculpar, tratar com piedade, com clemência, não fazer mal, poupar”. Jesus Cristo, quando ensinou aos discípulos uma famosa oração, mostrou que todos devem clamar e dizer: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12).

Perdoar não é fácil. Muitos questionam: “e quem estuprou mães, assassinou irmãs, seqüestrou pais ou atropelou avôs, trucidou vizinhos, molestou crianças e esquartejou os próprios cônjuges?” Mas na Bíblia não há distinção de perdão – perdoar é algo para todos em quaisquer circunstâncias. É claro que o perdão não cancela punições. Um criminoso, embora deva ser perdoado conforme as Escrituras Sagradas, deve ser punido conforme a legislação. A atitude de perdoar não exclui a ação de punir.

O apóstolo Paulo, ao escrever a carta aos Efésios, afirmou: “E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.” (Gálatas 6:9). Em outras palavras, o leitor é incentivado a não desanimar nem desistir de praticar o bem. E perdoar está incluído nesta prática. Além de ser bíblico, é uma ordenança a ser praticada.

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22/6/08

Somente Jesus pode transformar vidas

Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente. – Hebreus 13:8

Jesus Cristo pode realizar a transformação completa da vida do ser humano. Este foi o tema abordado pelo pastor Márcio Valadão, na reunião de culto na manhã deste domingo, 22 de junho, na Igreja Batista da Lagoinha (IBL), em Belo Horizonte (MG). Durante cerca de uma hora de preleção, o líder da IBL citou alguns exemplos bíblicos da transformação de vidas atribuladas em histórias de conquistas.

“Jesus não caminhava para levar doutrinas, ele leva vida”, disse o pastor, ao afirmar que o Senhor não preocupava-se com teorias religiosas, e sim na mudança concreta na vida das pessoas. Para Márcio Valadão, “o Senhor é quem perdoa, reconcilia e liberta, só Ele é quem dá sentido à vida”. De acordo com pregador, muitas pessoas têm hoje um grande “vazio interior” em suas almas. Segundo ele, somente Jesus, através do Espírito Santo, pode preencher este vazio.

O texto bíblico central da mensagem foi o de Lucas 8:40 ao 48. O trecho das Escrituras Sagradas relata a história da vida de duas pessoas: uma mulher anônima e o principal homem de uma sinagoga da época de Cristo, chamado Jairo. A varoa ficou doente por doze anos seguidos, sofrendo de um fluxo de sangue contínuo. Ela foi curada ao tocar na borda das vestes de Jesus. Jairo tinha uma filha que estava a beira da morte, acometida de uma enfermidade grave, e ela também foi curada pelo Filho de Deus.

“Há pessoas que tem muito dinheiro mas são infelizes”, afirmou o pastor ao comentar sobre a mulher curada ao tocar no Senhor. ao longo de doze anos ela gastou todo o dinheiro que possuía ao tentar ser curada, conforme o relato bíblico. Ela somente alcançou saúde no encontro com Jesus. Na opinião do líder da IBL, “há pessoas que já tentaram de tudo”, mas somente conseguiram paz interior de maneira completa através do Criador. Ao fazer este comentário, ele citou o versículo “Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13:8).

O pregador também falou sobre a inexistência de supertições na fé cristã. No texto bíblico central da pregação, por exemplo, é informado que a mulher tocou na veste de Jesus e foi curada (Lucas 8:44). Entretanto, o Senhor afirmou que ela tocou diretamente nEle, e não na roupa (Lucas 8:45-46). De acordo com o pastor, o messias fez isso para demonstrar o seu próprio poder divino, e não permitir que aquelas vestimentas pudessem porventura tornarem-se amuletos religiosos.

Márcio Valadão afirmou que carregar a Bíblia nas mãos, deixá-la no porta-luvas do carro ou dentro de uma gaveta nos escritórios ou residências não traz sorte à ninguém. Na opinião dele, muitos indivíduos tentam buscar na mera religiosidade uma maneira de se livrar do mal. Entretanto, para o pastor, apenas a busca sincera por Jesus Cristo pode trazer bênçãos e livramentos às pessoas.

Ao final da reunião, que começou às 10 horas e durou cerca de 2h15, várias pessoas oraram pela primeira vez reconhecendo Jesus Cristo como Senhor e salvador, e pediram perdão a Deus pelos pecados. Durante a primeira metade do encontro foi realizado um momento de louvor ao Pai Celeste, liderado pelo pastor Felipe Valadão.

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21/6/08

Orgulho, soberba, altivez e arrogância

II Timóteo 3

Paulatinamente o orgulho cresce como atitude dos homens. Cheios de si e soberbos, vários consideram–se melhores que seus semelhantes. Para conseguir manter tal postura, em diversas ocasiões tais pessoas são ingratas, e esquecem daqueles auxiliadores de outrora. Para manter a soberba, em determinadas situações é preciso ser cruel – seja nas relações de trabalho com os colegas ou subordinados, no convívio familiar ou nas relações interpessoais com os amigos.

Infelizmente, no meio cristão este mal já contaminou muita gente. Alguns religiosos gostam de falar sobre seus próprios feitos. Declamam em alto e bom som seus currículos espirituais, falam sobre quantas preleções já fizeram em retiros espirituais, reafirmam repetidas vezes que perderam a conta de quantas vigílias estiveram presentes. Dizem participar de inúmeras reuniões durante a semana nos templos, e fazem constantes relatos e retrospectivas de seus feitos espirituais. Julgam–se melhor que outros de acordo com as próprias obras religiosas já realizadas.

Obviamente é importante congregar em uma igreja, compartilhar com outras pessoas de mesma fé as experiências espirituais. Deus afirma: “Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmos 133:1). Embora seja importante participar dos eventos em uma denominação cristã, os mais maduros espiritualmente não podem desprezar os fracos na fé: “Ora, quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas sobre dúvidas.” (Romanos 14:1) / “Por que desprezas teu irmão?” (Romanos 14:10b)

Outros preferem exaltar–se discursando sobre como alcançaram determinado nível profissional. Falam fluentemente diversos idiomas, possuem mais de um curso de graduação, são mestres e doutores. O aprimoramento profissional é importante sim, para qualquer pessoa, em qualquer área. É necessário estudar e aperfeiçoar os conhecimentos continuamente, principalmente no mercado cada vez mais concorrido. Contudo, “não que sejamos capazes, por nós, de pensar em alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus.” (II Coríntios 3:5).

Para manter-se altivos, os soberbos precisam considerar outros cidadãos piores que si mesmo. Caso contrário, seria impossível manter a arrogância. O primeiro resultado desta postura de vida prepotente, ou pelo menos a conseqüência inicial mais aparente, é a diminuição do amor ao próximo – podendo eventualmente atingir a extinção dos bons sentimentos às outras pessoas.

Aqueles que verdadeiramente amam ao próximo, conforme mandamento definido por Deus (“Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” – Mateus 22:39b), nunca se julgarão melhor do que ninguém. Jesus Cristo faz uma interessante definição sobre este assunto. “o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Mateus 23:12).

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20/6/08

Vida e Morte

O Senhor é o que tira a vida e dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. - I Samuel 2:6

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; - Eclesiastes 3:2a

Quando alguém morre, muita gente questiona a respeito do fim daquela vida. Várias são as indagações, principalmente quando o(a) falecido(a) é jovem. Por que findou-se aquela vida? Deus permitiu ou teve alguma influência naquela morte?

Independente da classe social, crença religiosa ou formação cultural, geralmente os indivíduos agradecem ao Criador pelo nascimento de uma pessoa. O filho recém-nascido de um familiar ou amigo é quase sempre motivo de agradecimento ao Pai Celeste. Entretanto, o término de uma vida, na maior parte das vezes, é cercada de pranto e choro.

Obviamente, aqueles que falecem deixam para trás um convívio social e familiar, e a ausência dos falecidos cria sentimentos de saudades e ausência nos corações das pessoas. Isto é sim razão para tristeza, ainda que momentânea. Alguns questionamentos surgem nestes momentos. Poderia Deus permitir ou interferir no final de uma vida? Pessoas doentes ou acidentadas podem recuperar-se dos problemas de saúde, como pode também falecer. Por que isto acontece?

A Bíblia traz uma resposta clara e objetiva para tais perguntas. De acordo com as Escrituras Sagradas, “o Senhor é o que tira a vida e dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.” (I Samuel 2:6) A Palavra de Deus deixa claro: somente o Criador detêm o poder sobre vida e morte.

É óbvio que o homem deve lutar sempre para manter a vida. Cada cidadão precisa cuidar da própria saúde. Os médicos precisam ter conhecimento técnico e científico para tratar os doentes. As autoridades têm obrigação de exercer programas públicos de combate a violência e buscar a melhoria contínua do sistema público de saúde.

Todavia, em última instância, apenas o Senhor pode manter alguém vivo. Deus é o detentor da vida, e apenas Ele sabe quanto tempo cada pessoa viverá. “Há tempo de nascer, e tempo de morrer;” (Eclesiastes 3:2a) A vida eterna somente ocorre após a passagem pela Terra.

criado por leohorta    19:52 — Arquivado em: Reflexões & Pensamentos — Tags:, ,
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