Leonardo Silva Horta

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Salmos 51:10

31/7/08

Características de Deus - IV

Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar. – Lucas 21:33

Eternidade – Deus é eterno e dEle vem a eternidade. O Pai Celestial já existia antes da criação do mundo, e vai existir para sempre. Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus. Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. – Salmos 90:2 e 4 / Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus sábio, seja honra e glória para todo o sempre. Amém. – 1 Timóteo 1:17.

Fidelidade – Através das Escrituras Sagradas, percebe-se que Deus é fiel e jamais pratica a infidelidade. Saberás, pois, que o Senhor teu Deus, ele é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos. – Deuteronômio 7:9 / Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. – 1 Coríntios 1:9

Digno de louvor – O Criador é digno de ser exaltado e glorificado. Ele possui tantas qualidades que merece ser adorado. Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor. – Salmos 150:6 / Louvai ao Senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. – Salmos 117:1 / Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei conhecidas as suas obras entre os povos. – 1 Crônicas 16:8 / Cantai ao Senhor, louvai ao Senhor; pois livrou a alma do necessitado da mão dos malfeitores. – Jeremias 20:13 / E outra vez: Louvai ao Senhor, todos os gentios, E celebrai-o todos os povos. – Romanos 15:11.

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Características de Deus - III

Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. – Salmos 118:1

Grandeza – A grandiosidade do Criador é citada em diversos versos bíblicos. Ele começou a mostrar-se grande ao criar o mundo (Gênesis 1). Ele também demonstrou grandeza ao enviar seu próprio filho para salvar a humanidade (João 3:16). São inúmeros os textos das Escrituras Sagradas sobre o enorme tamanho do Pai Celestial.

Dizei a Deus: quão tremendo és tu nas tuas obras! Pela grandeza do teu poder se submeterão a ti os teus inimigos. – Salmos 66:3 / Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande sobre todos os deuses. – Salmos 95:3 / Porque grande é o Senhor, e digno de louvor, mais temível do que todos os deuses. – Salmos 96:4 / Porque tu és grande e fazes maravilhas; só tu és Deus. – Salmos 86:10

Portanto, grandioso és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos. – 2 Samuel 7:22 / E todos pasmavam da majestade de Deus. – Lucas 9:43a / Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo. – Tito 2:13

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Características de Deus - II

Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. – Salmos 118:1

Justiça – Uma das importantes características de Deus é ser justo. Ele é o maior exemplo de justiça para os homens. "O Senhor dos Exércitos será exaltado em juízo; e Deus, o Santo, será santificado em justiça" (Isaías 5:16). Há inúmeras referências bíblicas a este respeito. Um profeta do Antigo Testamento declarou: "Senhor Deus de Israel, justo és" (Esdras 9:15). "Deus é juiz justo", afirmou Davi em Salmos 7:11a.

Santidade – A Bíblia mostra que a santidade é um dos atributos do Criador, e que esta característica merece louvor. "Exaltai ao Senhor nosso Deus e adorai-o no seu monte santo, pois o Senhor nosso Deus é santo" (Salmos 99:9). Ele também conclama às pessoas serem santas como Ele. “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16).

Bondade, misericórdia e fidelidade – Estas são outras características marcantes em Deus dignas de louvor. "Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre" (1 Crônicas 16:34 / 2 Crônicas 20:21). A bondade do Criador é eterna. "Porque o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade" – Salmos 100:5.

Sabedoria – O Criador é o ser mais sábio do universo. A sabedoria está em Deus: “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência” (Provérbios 9:10). Ele dá a todos que o pedem: "e, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada" (Tiago 1:5).

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30/7/08

Características de Deus - I

Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. – Salmos 118:1

Muitas pessoas podem questionar sobre quais são as características de Deus. O Criador é um ser infinito e, por ser tão grande, é maior do que a compreensão humana. "Eis que Deus é grande, e não o podemos compreender; o número dos seus anos não se pode calcular" (Jó 36:26).

O ato de estudar por si é bom e positivo, e deve ser praticado por todos, em todas as áreas. O aprendizado sempre melhora a vida das pessoas. Entretanto, por mais que os homens estudem sobre o Todo-Poderoso, Deus sempre será maior do que todos os conceitos teóricos da teologia e da filosofia. A totalidade do Criador do universo será sempre maior do que a própria capacidade de compreensão humana a respeito dEle.

Onipresença – Embora a totalidade da existência do Senhor seja incompreensível, muitas das características de Deus são facilmente perceptíveis aos indivíduos. Um dos atributos dEle é a onipresença. Deus está em todos os lugares.

“Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: Decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim. Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa.”, declarou Davi – Salmos 139:6 ao 9.

Poder – Além de estar em todos os lugares, o Criador também é onipotente, ou seja, tem o poder absoluto. Ele próprio intitulou-se poderoso – “Eu sou o Deus Todo-Poderoso” (Gênesis 17:1 e 35:11). O Pai Celestial é tão poderoso que para Ele tudo é possível. “Porque para Deus nada é impossível” (Lucas 1:37).

O Criador é chamado de Todo-Poderoso em diversas passagens das Escrituras Sagradas: Gênesis 28:3; 48:3 e 49:25; Êxodo 6:3; Rute 1:20 e 21; Isaías 13:6; Ezequiel 10:5; Jô 5:17, 6:4. 6:14, 8:3; Joel 1:15; 2 Coríntios 6:14; Apocalipse 1:8 e 4:8, dentre outros.

Amor – Outro atributo do Todo-Poderoso é o amor. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João 4:8). O sentimento de estima do Criador está entre os homens: “porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5b).

A maior prova do amor do Criador foi ter dado a vida de Jesus Cristo pelo resgate dos homens. “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” – Mateus 20:28. Às pessoas basta crer: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16.

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Você tem alguma sugestão?

Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; o seu entendimento é infinito. – Salmos 147:5

Desde maio deste ano recomecei a escrever para este Blog. Os textos aqui apresentados são todos de minha autoria. Quando encontro algum artigo interessante na rede mundial de computadores, costumo recomendá-lo aqui neste mesmo endereço eletrônico. Em algumas ocasiões por falta de tempo, em outras por falta de criatividade, fico sem novos assuntos para redigir. Quem costuma ler este espaço pode sugerir temas ou solicitar mais informações sobre assuntos a serem abordados. Basta entrar em contato comigo através do endereço eletrônico leohorta@terra.com.br.

Estou aberto a sugestões e aguardo a sua mensagem!

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29/7/08

Guerras & Conflitos - IV

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. – Mateus 5:9

As guerras sempre marcaram a história da humanidade. Entre 1914 e 1918 ocorreu a chamada Primeira Guerra Mundial. Ao final das batalhas, cerca de 10 milhões de pessoas morreram, e 30 milhões foram feridas. Mais de dez nações foram envolvidas no conflito. Pela primeira vez na história foram utilizados aviões durante as campanhas militares.

Durante dez anos, de 1980 a 1990, o conflito entre Irã e Iraque, vitimou cerca de um milhão e meio de pessoas. As batalhas neste período ocorreram por motivos políticos e territoriais. O Iraque foi invadido em 2003 por uma coalizão militar liderada pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha. Somente naquele ano foram contabilizados em torno de 140 mil pessoas mortas em combate.

Na segunda metade do século XIX, o Brasil participou da chamada Guerra do Paraguai. No episódio, que oficialmente durou de 1864 a 1870, morreram entre 50 e 60 mil brasileiros, sem contar os argentinos e uruguaios, aliados do Brasil. No país derrotado, estima-se que faleceram cerca de 300 mil paraguaios, entre militares e civis.

Tais guerras são visivelmente contrárias à vontade de Deus. Jesus Cristo deu a seguinte instrução: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37). O próprio Senhor também afirmou: “bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9). E, para completar, Ele diz: “embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão” (Mateus 26:47).

O mundo em guerra pode parecer distante de um brasileiro comum, afinal de contas, a última batalha realizada na fronteira brasileira foi no século XIX. A participação nacional na primeira e segunda guerra mundial deu-se com envio de brasileiros ao longínquo continente europeu.

Entretanto, mesmo por se tratar de algo geograficamente distante, a Bíblia traz um alerta a todos. “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

Além das guerras destacadas pelas emissoras de TV, existe também uma luta que não aparece nos jornais, uma batalha em que muitas pessoas estão envolvidas, algumas sem perceber. É um duelo nem sempre explícito, com um alto grau de subjetividade: o conflito interior que cada ser humano enfrenta entre os próprios desejos e a vontade do Criador.

Você já refletiu se os seus desejos estão de acordo com a vontade do Criador?

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Guerras & Conflitos - III

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. – Mateus 5:9

Deus é bem claro e objetivo ao mostrar ao homem, através da Bíblia, que a guerra é contra a vontade dEle. As Escrituras Sagradas trazem várias instruções a este respeito. Em um conflito armado existe morte, assassinato, ódio e vingança. Jesus Cristo, ao contrário, ordena: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37).

Durante a chamada “II Guerra Mundial”, cerca de seis milhões de judeus foram mortos. As estimativas mostram que cerca de 50 milhões de pessoas, entre civis e militares, faleceram entre 1939 e 1945, período em que durou o conflito. O assassinato de uma única vida é contra a vontade do Criador. O Pai Celestial determinou: “não matarás” (Êxodo 20:13).

Jesus Cristo não veio trazer morte, ao contrário, Ele diz: “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10b). Entretanto, o próprio Senhor afirma que “o ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir” (João 10:10a). Quem mata e destrói é chamado de ladrão pelo messias.

Por mais emocionante que um filme de guerra possa ser, a destruição e falência da vida é sempre contrário à vontade do Criador. Nenhuma batalha pode ser considerada “guerra santa”, pois é contrária às Escrituras Sagradas. O Senhor afirma: “bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9).

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28/7/08

Guerras e Conflitos - II

Então Jesus disse-lhe: embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. – Mateus 26:47

A Bíblia traz inúmeras recomendações sobre amor ao próximo e o perdão. Embora as Escrituras Sagradas tenham sido concluídas há quase dois mil anos, o ser humano continua com grande dificuldade para colocar em prática estas duas ações. Ao longo da era cristã, inúmeras guerras demonstram dificuldade do homem de amar e perdoar seus semelhantes.

Um exemplo clássico de conflito armado que marcou a história foi a fatídica guerra no Vietnã. Ao longo da década de 1960 e início dos anos 70, as batalhas naquele país vitimaram mais de um milhão de pessoas, e a guerra estendeu-se por dois países vizinhos – Laos e Camboja. Diversos livros e filmes foram produzidos sobre as campanhas militares daquele conflito.

Quem tiver interesse em saber um pouco mais sobre os horrores daqueles combates poder assistir ao filme “Os gritos do silêncio”. Gravado em 1984, o longa-metragem encontra-se disponível em DVD. O enredo é baseado em fatos reais, baseado no relato de um repórter, correspondente do jornal The New York Times, que fez reportagens sobre a luta militar no Camboja em meados da década de 1970.

Uma indicação de leitura sobre o conflito no Vietnã é o livro “O gosto da guerra”, escrito pelo jornalista brasileiro José Hamilton Ribeiro. Ao término das reportagens sobre as batalhas, o repórter pisou em uma mina terrestre e teve um pé decepado com a explosão. O livro é um diário sobre os dias em ele que passou no hospital vietnamita após o acidente, e traz as impressões do autor sobre a guerra. Há uma versão atualizada do livro, publicada em 2005 pela Editora Objetiva.

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27/7/08

É preciso agir antes dos problemas acontecerem

Esforça-te, todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:4b

Há necessidade das pessoas agirem antes dos problemas acontecerem, e não somente reagir quando as tribulações ocorrerem. Este foi o tema central da pregação do pastor Márcio Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha (IBL), na reunião de culto a Deus realizada na manhã deste domingo, 27 de julho, no templo daquela congregação.

A principal referência bíblia da preleção foi a história de Benaia, um dos chamados “valentes de Davi” – II Samuel 23:8. Ao ler sobre a vida do personagem em II Samuel 23:20 a 23, o pastor fez uma analogia entre as situações vividas por aquele homem e os cidadãos da atualidade.

De acordo com a “Bíblia de Estudo das Profecias”, o livro citado pelo pastor foi escrito entre os séculos XVII e XIX antes de Cristo. Embora seja antigo o relato citado das Escrituras Sagradas, segundo o preletor as lições contidas na vida do personagem bíblico continuam válidas até hoje.

“A história deste homem mostra algo que precisamos fazer em nossas vidas”, afirmou Márcio Valadão. Ele analisou o trecho final de II Samuel 23:20, “(Benaia) desceu numa cova e nela matou um leão no tempo da neve”. Na opinião do pregador, o personagem bíblico previu os possíveis perigos gerados por um leão à solta. Antes que o animal causasse qualquer problema, Benaia antecipou-se e tirou a vida dele.

Ao comparar esta ação do “valente de Davi” com as atitudes dos homens no século XXI, Márcio Valadão falou sobre a necessidade das pessoas agirem antes dos problemas acontecerem. Um dos exemplos citados nesta analogia foi na área profissional. Segundo o pastor, os cristãos precisam tentar ser os melhores funcionários de uma empresa, ao invés de procurar aperfeiçoamento profissional apenas quando perderem o emprego.

O preletor também falou sobre o auxilio divino às pessoas que se esforçam em todas as áreas da vida. “O Espírito Santo nos guia em todas as coisas e sempre nos dá discernimento, mesmo nas situações mais difíceis”, diz ele. Ao fazer esta explanação, ele leu o texto de Ageu 2:4 e 5.

Na opinião de Márcio Valadão, “muitas pessoas querem ser cristãs sem ter compromisso nenhum”, porém, segundo ele, a Palavra de Deus não permite o comodismo das pessoas. Ao fazer esta afirmação, ele citou o versículo “esforça-te, todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o Senhor dos Exércitos” (Ageu 2:4b).

No início da reunião de culto à Deus, os momentos de louvor ao Pai Celeste foram liderados pelos pastores Felipe e André Valadão. Ao final do encontro, que durou mais de duas horas, várias pessoas foram ao centro do templo para orar, confessando pela primeira vez Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

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25/7/08

Guerras & Conflitos - I

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. - Provérbios 1:7

De acordo com o dicionário Aulete Digital, a palavra guerra significa “conflito armado entre nações ou etnias, campanha militar, luta, combate, oposição, rivalidade”. Os conflitos que geram morte fazem parte da história da humanidade. O primeiro foi descrido nas Escrituras Sagradas, quando Caim matou o próprio irmão, Abel – Gênesis capítulo 4.

Através dos relatos de inúmeros personagens bíblicos percebe-se o que Deus pode fazer de positivo na vida de um homem. Entretanto, na guerra é possível ver o que a ausência do Criador na vida das pessoas pode causar. Os conflitos são todos previstos pela Bíblia. A Palavra de Deus diz que existe “tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz” – Eclesiastes 3:8.

Através dos registros históricos é possível estudar os quase incontáveis combates bélicos ocorridos durante todos os tempos. Uma das mais terríveis guerras ocorridas foi a chamada “II Guerra Mundial”. Recentemente, dez interessantes filmes sobre o conflito armado foram relançados em DVD, e trazem algumas das mais dramáticas imagens reais das campanhas militares daquele período.

As películas foram remasterizadas em formato digital, e gravados dois filmes em cada mídia DVD. Todos estão originariamente em preto e branco, com áudio original em inglês e opção de legenda em português. Os filmes são documentários produzidos com apoio oficial do governo norte-americano da década de 1940.

Os títulos disponibilizados foram “A batalha da China” (1944), “A batalha da Rússia” (1943), “A batalha na Bretanha” (1943), “Dividir e conquistar” (1943), “O ataque a Pearl Harbor" (1943), “Ataque no Pacífico” (1945), “Prelúdio de guerra” (1942), “O ataque nazista” (1943), “Memphis Belle – A fortaleza voadora” (1944) e “Thunderbolt – Avião de combate” (1947).

Para os aficionados por história, em especial sobre aquela monstruosa guerra, estas são ótimas indicações de filmes. São relados de homens que tentaram seguir os próprios caminhos, ao invés de procurar a instrução de Deus. “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.” (Provérbios 1:7)

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