Leonardo Silva Horta

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Salmos 51:10

30/9/08

Chorar é parte integrante da vida - IV

Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. – Mateus 5:4

Todas as pessoas provavelmente já choraram pelo menos algumas vezes ao longo da vida. As crianças e, em proporções menores, também os adolescentes, são as pessoas que mais costumam chorar, principalmente diante de alguns problemas. Muitos indivíduos choram também de alegria, quando revêem parentes distantes por muito tempo, ao ganhar alguma competição esportiva, durante a cerimônia de casamento, dentre outros acontecimentos importantes.

Embora chorar seja algo natural, muitas pessoas, quando tornam-se aparentemente maduras, param de chorar. Mas, na verdade, parar de chorar não é sinal de maturidade. Ao contrário, significa falta de amadurecimento. Chorar faz parte da vida. Deus diz que “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar” – Eclesiastes 3:1 e 4. Obviamente é bem mais agradável sorrir do que chorar. Porém o choro é parte integrante da vida.

Jesus, o Filho de Deus (Mateus 16:16 e 17), chorou em algumas ocasiões. Ele derramou lágrimas pelos habitantes de Jerusalém, conforme descrito em Lucas 19:41. O Senhor também pranteou antes de ressuscitar um amigo dele, chamado Lázaro, de acordo com o relato do evangelho de João 11:35. O próprio Cristo afirmou: “bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados” – Mateus 5:4. De acordo com o dicionário Aulete Digital, bem-aventurado significa “que é feliz, que tem uma boa sorte; que desfruta a felicidade celeste”.

O apóstolo Paulo, um dos mais convictos discípulos de Cristo durante os tempos bíblicos, em certa ocasião disse: “sede meus imitadores, como também eu de Cristo” – 1 Coríntios 11:1. Como Jesus chorou, consequentemente quem quer segui-lo precisa deixar rolar as lágrimas quando for necessário. As pessoas que desejam ser parecidas com o Filho de Deus podem e devem chorar. Aquele que pretende segui-lo e não tem hábito de chorar deve ficar atento quanto a este assunto. Uma boa sugestão para quem não chora nunca é substituir os próprios conceitos pelos ensinamentos da Bíblia.

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29/9/08

Deus está presente em todos os momentos

Torre forte é o nome do Senhor; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio. – Provérbios 18:10

Muitas são as crises enfrentadas pelas pessoas. Crises nos relacionamentos, na saúde física e emocional, na vida profissional, dentre outras. Os jornais publicam diariamente textos a este respeito. São reportagens sobre violência doméstica, ocorrida dentro das famílias, crimes passionais, problemas nos hospitais públicos… Há ainda crises não divulgadas nos meios de comunicação, como suicídios. Exemplos de publicações sobre crises são algumas dos textos publicados nos endereços eletrônicos noticiosos de segunda-feira, 29 de setembro de 2008.

"Após rejeição a pacote nos EUA, índice Dow Jones tem maior queda da história" é o título da reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. A crise cíclica nas bolsas de valores é antiga. Provavelmente a primeira grande queda nos valores dos títulos norte-americanos ficou conhecida como “crash” e ocorreu em 1929, conforme reportagem publicada em 6 de novembro de 2006 pela Folha de S. Paulo, intitulada “Ciclos de recessões e expansões marcam economia dos EUA”. Assim como na economia, os momentos de alegria e tristeza são alternados ao longo da vida da maioria das pessoas.

Os instantes de dificuldades na vida do ser humano são previstos por Deus. Nos momentos de crise as pessoas optam por caminhos bastante diferentes. Qual seria o melhor caminho a seguir nos períodos de dificuldade? O ideal é seguir vontade de Criador. O autor bíblico afirma: “e não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” – Romanos 12:2.

Diversos textos da Bíblia abordam este assunto. No versículo mais famoso a este respeito Jesus Cristo afirmou: “tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” – João 16:33. Nos oito primeiros versículos do terceiro capítulo do livro de Eclesiastes também há informações sobre este assunto:

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.” – Eclesiastes 3:1 ao 8.

Nos momentos de dificuldade, algumas pessoas têm dúvidas se o Criador está ou não ao lado delas. As Escrituras Sagradas trazem as respostas para esta questão. Uma delas está no livro de Josué, no Antigo Testamento, onde há um relato de um determinado e específico momento da história dos judeus. Embora aquele trecho da Bíblia contenha textos históricos, pode-se tirar lições daqueles momentos vividos pelo povo escolhido por Deus. Logo no início do livro o Criador fala com Josué: “não te mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” – Josué 1:9.

O Criador falou especificamente com a pessoa de Josué, em um momento determinado da história. Entretanto, embora o Senhor tenha dito tais palavras há mais de 3000 anos – ou seja, mais de mil anos antes de Cristo – aquelas palavras do Senhor valem para os cidadãos do século XXI. Nos momentos de crise as pessoas devem ter bom ânimo e esforçar-se. Não é necessário temer as crises, pois Deus está com os filhos dEle por onde quer que andem. Esta é uma resposta às dúvidas sobre a presença de Deus nos períodos de dificuldade.

No evangelho de Mateus há um relato interessante que é uma lição para o ser humano contemporâneo. Em determinado momento Cristo ordenou aos discípulos que entrassem num barco para uma breve viagem, e Ele não seguiu fisicamente junto com eles. Durante o percurso, o barco. foi "açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário" (Mateus 14:24). Quando Jesus foi encontra-los, andando sobre as águas, provocou medo naqueles homens (Mateus 14:26). Entretanto, logo o Senhor se revelou a eles. "Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: tende bom ânimo, sou eu, não temais" – Mateus 14:27.

Ainda hoje, nos momentos de turbulência, Jesus diz às pessoas para não temerem. Em diferentes textos das Escrituras o Senhor fala isto: Mateus 9:2; Marcos 6:50; Lucas 8:48 e João 16:33. O apóstolo Paulo, em um momento de dificuldade, também incentivou as pessoas a ter bom ânimo (Atos 27:22 e 25). Portanto, quando você estiver em meio a um furacão de problemas em sua vida, tenha bom ânimo. Procure, através da Bíblia, conhecer as orientações específicas de Deus para as situações que enfrenta. Você pode adquirir uma a preços acessíveis nas livrarias cristãs, ou ler gratuitamente na rede mundial de computadores, no endereço www.bibliaonline.com.br.

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28/9/08

O caminho que leva a Deus é estreito

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. – Mateus 7:13 e 14

Existem dificuldades no caminho percorrido por quem procura fazer a vontade de Deus. Entretanto, mesmo com obstáculos a serem vencidos, há esperança de salvação através de Jesus Cristo. Este foi o tema da pregação realizada na manhã deste domingo, 28 de setembro de 2008, na Igreja Batista da Lagoinha (IBL), em Belo Horizonte (MG). A preleção foi feita pelo líder daquela congregação, pastor Márcio Valadão, durante reunião de culto a Deus, com a presença de membros da igreja e visitantes.

O pastor utilizou como referência principal da pregação um texto bíblico do evangelho de Mateus. “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” – Mateus 7:13 e 14. O líder da IBL afirmou que os desejos humanos contrários às Escrituras Sagradas são exemplos de como é fácil andar pelo caminho da perdição. Segundo ele, é mais fácil concretizar os próprios desejos do que realizar a vontade do Criador. Contudo, para Márcio Valadão, viver conforme as orientações de Deus “é uma questão de escolha”.

Segundo o preletor, em qualquer situação da vida os seres humanos têm apenas duas escolhas: fazer ou não a vontade de Deus. Ao longo da explanação ele também leu o texto Bíblico de 1 Samuel 10:3 ao 11. Estes versículos relatam os momentos em que Saul foi ungido para ser rei de Israel. Mesmo tendo sido escolhido para a importante função de liderar o povo judeu, ao longo da Bíblia percebe-se que ele fez inúmeras escolhas diferentes da vontade do Criador. Ao final da própria vida, distante do Pai Celeste, Saul suicidou (1 Crônicas 10:4 ao 6). O pastor fez uma comparação entre a vida daquele personagem e a de cidadãos comuns do século XXI.

Segundo ele, muitas pessoas fazem escolhas erradas diante das situações difíceis da vida. Algumas destas escolhas podem tem conseqüências terríveis. Entretanto, de acordo com a pregação, há uma esperança acessível a qualquer indivíduo. Ao fazer as escolhas conforme as orientações divinas, os cidadãos serão sempre são abençoados, ainda que as bênçãos aparentemente demorem a ser concretizadas. Ao final da reunião, que durou cerca de duas horas e meia, várias pessoas foram à frente do púlpito orar para reconhecer Jesus Cristo como Senhor das suas próprias vidas.

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26/9/08

Teoria e prática

Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. – Tiago 4:17

Deus procura pessoas que conheçam as palavras dEle. Com relação às Escrituras Sagradas, os autores bíblicos escreveram algumas orientações. Uma delas é: “não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.” – Josué 1:8. O Criador busca também quem conheça a Bíblia. “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” – 2 Timóteo 2:15.

Entretanto, como pode-se observar na Bíblia, não é necessário apenas ter noção das Escrituras Sagradas. É preciso praticar as orientações contidas naquele livro. Não basta estar ciente da existência do Criador. Muitos o conhecem, mas nem todos praticam a vontade dEle. “Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.” – Tito 1:16. Concretizar as orientações do Criador significa fazer o bem. “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” – Tiago 4:17. E, para quem não se importa em pecar, há um alerta nas Escrituras Sagradas. “Porque o salário do pecado é a morte.” – Romanos 6:23a.

Portanto, as pessoas que conhecem a Bíblia e não praticam as orientações ali contidas devem ficar atentas. A fé é, de fato, fundamental. A própria salvação ocorre somente através fé. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.” – Efésios 2:8 e 9. Entretanto, existe algo complementar ao ato de crer. Jesus afirma: “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” – João 14:15. Portanto, você que crê e não exerce sua fé, fique atento. Ouça o que diz o Senhor através das Escrituras Sagradas.

criado por leohorta    19:25 — Arquivado em: Reflexões & Pensamentos — Tags:,

25/9/08

Motivos para oração IV

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. – Salmos 51:10

Nesta quinta-feira, 25 de setembro de 2008, existem inúmeros motivos para oração. Uma importante razão para conversar com o Criador é pedir a Ele um coração puro e um espírito reto. Muitas pessoas clamam a Deus por saúde física e emocional, pela resolução de problemas financeiros e sentimentais, dentre outras questões terrenas. Embora tais questões sejam sim importantes, os motivos espirituais para orar jamais devem ser esquecidos.

O Pai Celeste deu ao homem a capacidade de pensar. Esta dádiva não ocorreu por sorte, nem ao menos para ocupar o espaço vazio da cabeça e na mente das pessoas. Um bom motivo para usar o dom de pensar, dado à todos, sem exceção, e refletir ao fazer uma oração. Pensar faz bem à saúde, pois exercita os neurônios e agrada a Deus – Mateus 25:14 ao 30.

No livro de Salmos existem bons exemplos de oração. Obviamente, tal livro bíblico não deve ser simplesmente repetido, sem entendimento por parte de que ora. Jesus Cristo alerta sobre isto. “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes” – Mateus 6:7 e 8.

criado por leohorta    18:19 — Arquivado em: Motivos para oração, Reflexões & Pensamentos — Tags:

21/9/08

Esperança em Deus é solução para problemas

A minha alma espera somente em Deus; dele vem a minha salvação. – Salmos 62:1

A esperança em Deus é a solução para os problemas. Este foi o tema da pregação realizada na manhã deste domingo, 21 de setembro, na Igreja Batista da Lagoinha (IBL), em Belo Horizonte (MG). A preleção foi feita pelo líder daquela congregação, pastor Márcio Valadão. A exposição fez parte da reunião de culto a Deus, que reuniu membros da IBL e visitantes no templo da igreja.

A pregação foi baseada, principalmente, no texto bíblico de I Samuel 30:1 ao 8. O trecho das Escrituras Sagradas relata a história de uma derrota do rei de Israel, Davi, e de como Deus orientou aquele personagem a vencer batalhas contra povos inimigos. Ao longo da exposição, o pastor leu versículos de alguns Salmos de autoria de Davi, que exaltam a esperança daquele personagem no Criador.

Márcio Valadão fez uma analogia entre aqueles momentos vividos pelo rei Davi e as dificuldades enfrentadas atualmente pás pessoas. Segundo ele, a maior parte dos problemas tem uma origem espiritual. Embora os inimigos daquele rei judeu fossem exércitos humanos, os inimigos espirituais não são outras pessoas, e sim espíritos malignos.

O versículo de I Samuel 30:6 relata a intenção de alguns homens de apedrejar Davi por causa de uma derrota frente aos inimigos. Ao comentar sobre este trecho bíblico, Márcio Valadão afirmou que muitas pessoas tendem a considerar como inimigos seus próprios semelhantes. Esta seria uma análise errada, conforme explanou o pastor.

Na opinião dele, as derrotas geralmente provocam amargura nas pessoas. “Quando a pessoa está com amargura ela vê o amigo como inimigo”, afirma o líder da IBL. Entretanto, para o pregador, as pessoas não devem enxergar seus semelhantes como oponentes. “Nosso inimigo nunca é de carne e osso”, concluiu Márcio Valadão.

Ao longo da preleção ele incentivou as pessoas a buscarem apoio de Deus quando enfrentam problemas, pois o Deus que atuou na vida do rei Davi é o mesmo que atua hoje na vida de todos que têm fé. No final da reunião de culto a Deus, que durou mais de duas horas, várias pessoas foram à frente do púlpito orar e reconhecer Jesus Cristo como Senhor da vida deles.

criado por leohorta    18:43 — Arquivado em: Reuniões IBL — Tags:

20/9/08

O avivamento da rua Azusa

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento. – Oséias 4:6a

O “Avivamento da rua Azusa” foi um polêmico movimento cristão ocorrido em 1906, em Los Angeles, estado norte-americano da Califórnia. O acontecimento consistiu-se, principalmente, de reuniões de culto à Deus que destacaram-se das demais realizadas em outras igrejas cristãs. A principal diferença era a ênfase nos chamados dons do Espírito Santo, que alguns cristãos que freqüentam congregações tradicionais não crêem. Ainda hoje, mais de 100 anos após o movimento, os relatos daquele período são estudados em livros e artigos, em diferentes países e idiomas.

Há inúmeros textos disponíveis na rede mundial de computadores que fazem referência ao “Avivamento da rua Azusa”. Através do endereço eletrônico www.google.com.br é possível fazer uma pesquisa sobre o assunto. Para quem gosta de ler livros, duas publicações abordam resumidamente este tema:

• “A história que não foi contada – A Igreja do Século XX” – Autor: John Walker – 1996 – Editora Worship Produções (o livro também foi publicado no Brasil pela Editora Atos).

• “Os 100 acontecimentos mais importantes da história do cristianismo” – Editora Vida – 2001 – Autores: A. Kenneth Kurtis / Stephen Lang / Randy Pettersen

É importante conhecer a história. Com as informações sobre o passado é possível evitar repetir os mesmos erros no futuro. Polêmicas à parte, o “Avivamento da rua Azusa” foi importante para colocar alguns temas em debate nas igrejas protestantes. O maior desafio dos cristãos daquele movimento foi questionar a religiosidade das congregações tradicionais. Aquele fato histórico até hoje faz as pessoas de diferentes correntes evangélicas questionarem os atos de fé, de si próprias e das outras que se auto-denominam cristãs.

Ainda que os questionamentos levantados naquela época e presentes até os dias de hoje sejam polêmicos, tais divergências fazem muitas pessoas refletirem sobre o ritualismo dos cristãos, tanto os tradicionais quanto os pentecostais, neo-pentecostais, pós-modernos ou qual titulação preferirem. Tal reflexão, ainda que através de complexas teorias teóricas, teológicas e filosóficas, são importantes para a avaliação pessoal de cada pessoa sobre o relacionamento individual com o Criador.

Por isso, em minha opinião, o conhecimento sobre a polêmica em torno deste fato histórico é importante. A partir do domínio deste assunto é possível refletir sobre a conduta de diferentes cristãos e, principalmente, da própria conduta de quem lê este texto neste exato momento.

criado por leohorta    0:10 — Arquivado em: História — Tags:

19/9/08

Por que é necessário conhecer a história? - II

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento. – Oséias 4:6a

Há cerca quatro anos escrevi um texto com minhas opiniões sobre a importância sobre o conhecimento da história. Em agosto de 2004 o artigo foi publicado no endereço eletrônico na internet da Igreja Batista do Tirol, de Belo Horizonte (MG). As palavras foram republicadas neste blog em 23 de agosto de 2006. Em 2008 ainda continuo com tais opiniões em mente. A partir daquelas idéias pretendo escrever, brevemente. novos pequenos textos sobre o assunto, abordando personagens ou temas específicos. Desta forma tentarei melhor ilustrar minhas opiniões.

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18/9/08

Filmes cristãos - II

Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro. – Apocalipse 22:7

Faz sucesso em Belo Horizonte, há cerca de dois anos, uma coleção de 16 filmes com histórias bíblicas em DVD. A coleção é conhecida pelas capas com laterais verdes, e pode ser encontrada em lojas diversas, inclusive nas especializadas em produtos evangélicos. As produções são católicas, como pode-se conferir nos créditos finais constantes da maioria dos vídeos. Há referências sobre edições realizadas em Roma, bem como a consulta, por parte dos produtores, de monsenhores daquela congregação. No filme sobre Jesus Cristo há também uma mensagem do Papa João Paulo II.

Os filmes são interessantes, e válidos para todos assistirem. Entretanto, é importante que cada cristão leia atentamente a própria Bíblia. Os filmes possuem alguns acréscimos que, ainda que não sejam contrários às Escrituras Sagradas, não encontram respaldo bíblico. Um exemplo é o vídeo sobre o pai de Jesus. Na Bíblia há poucas informações sobre José, entretanto o filme tem mais de uma hora e meia de duração. Os DVDs da coleção são distribuídos no Brasil pela empresa Flash Star Home Vídeo. Os filmes são:

Gênesis – 1994
Moisés – 1995
Sansão e Dalila – 1996
Davi – 1997
Jeremias – 1998
Esther – 1998
Jesus – 1999
José (pai de Jesus) – 1999
Judas – 1999
Maria Madalena – 1999
Paulo de Tarso – 2000
Tomé – 2001
O Apocalipse – 2002
Jacob – 2003
José – 2003
Pedro – 2005

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16/9/08

O amor que ninguém deve ter

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. – 1 João 2:15

Aparentemente todo tipo de amor é bom. Amor ao próximo, aos pobres, às riquezas, aos necessitados, às pessoas bonitas, ao dinheiro, aos filhos e cônjuges… Jesus Cristo, enviado do Criador, orientou amar indistintamente. Amor é um sentimento bom em todos os sentidos aos olhos do homem. Entretanto, essa não é exatamente a opinião de Deus.

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” – 1 João 2:15 ao 17

Um amor que ninguém deve ter é pelo mundo e aquilo que ele oferece. Isso significa que a orientação do Criador é não ter apego às coisas materiais. Os bens concretos oferecidos nesta vida são importantes sim, e na maioria dos casos geram conforto e algum tipo de prazer. Entretanto, embora úteis durante a vida terrena, tais bens materiais são perenes.

O autor bíblico afirma: “e o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 João 2:17). O sistema mundano vigente nada tem de semelhança com a vontade de Jesus Cristo. Ele mesmo afirma: “já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim” (João 14:30).

Assim como água e óleo não se misturam, os sistemas vigentes no mundo não juntam-se com Cristo. Jesus diz: “o mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más” (João 7:7). Não há amor entre os entes deste mundo e o Senhor.

Portanto, caso você seja amigo deste mundo, deve ficar atento, e rever seus conceitos. “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” – Tiago 4:4.

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